A Estação Ferroviaria de Barretos atualmente desativada, passa por reformas gerais, com o intuito de transformá-la em um Centro Cultural, que promoverá também apoio social, cultural e educacional á população barretense pela administração do Prefeito Emanuel.
Em breve teremos aqui, fotos dessa nova fase da Antiga Estação Ferroviaria de Barretos -FEPASA
Cia. Paulista de Estradas de Ferro (1909-1971)
FEPASA (1971-1998) - BARRETOS
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Município de Barretos, SP
Linha-tronco – Km 452,930 (1958) SP-0995
Inauguração: 25.05.1909
Uso atual: fechada e sem trilhos
Data de construção do prédio atual: em 1910 |
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.
A ESTAÇÃO:
A estação de Barretos foi inaugurada em 1909, ainda na linha-tronco de bitola métrica da Paulista, que vinha então desde Rio Claro. Permaneceu como ponta de linha até 1926, quando a estação seguinte, Alberto Moreira, foi aberta. Em 1929, com a passagem da linha de 1,60 m, o prédio antigo foi substituído pelo atual. "Eu ia com meu pai para Barretos quase toda semana, para comprar boi para o frigorífico. Embarcávamos na Luz, lá pelas oito da noite, e chegávamos na manhã do dia seguinte a Barretos. Isto lá por volta de 1959, 60, quando eu tinha oito anos". (Alexandre Eder, junho de 1999). A estação serviu aos trens de passageiros até março de 1998, quando foram suprimidos pela Fepasa. Esses trens, para além de Barretos, foram suprimidos bem antes, entre 1978 e 1980. Em março de 2002, os trens passaram a correr por uma variante inaugurada a leste da cidade, por onde seguem diretamente de Colina para Colombia. A variante começa logo após o antigo pátio da estação de Frigorífico e termina na estação de Barretos-nova, que fica onde a variante encontra a linha antiga, que segue para Colombia. pouco antes da estação de Amoreira. A estação antiga ainda funcionou como tal até 2003, tendo duas ou três salas reservadas para funcionários responsáveis pelas manobras dos trens de carga. A linha velha foi arrancada apenas em 2004, depois do fechamento da estação e sua reforma, que a transformou em um centro de assistência para adolescentes carentes. Logo depois, entretanto, acabou com tudo e atualmente (agosto de 2007) mantém a antiga estação em obras: uma avenida já passa em volta dela, pronta recentemente. (Fontes: Alexandre Eder, 1999; Henrique Pedro Soares dos Santos; Rodrigo Cabredo, 2005; Leonardo Bloomfield; Filemon Peres; Paulo Cury; Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local, 1999

A estação em 1918, então ponto terminal da linha, e com o prédio original.
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Da plataforma da estação de Barretos, não visível na foto, sai o trem da Paulista para São Paulo em 23/02/1953.
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Na plataforma da estação, em 1985, a G-12 cargueira da Fepasa.
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Plataforma de Barretos em 1986.
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Plataforma da estação em 29/12/1999.
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Em 29/12/1999,a fachada da estação de Barretos.
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Em 29/12/1999, outro aspecto da fachada da estação de Barretos.
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Estação de Barretos, em 10/2001.
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A estação em 01/2007.
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LINHA TRONCO - km 447,109 (1958) SP-0836
Inauguração: 01.07.1912
Uso atual: demolida com trilhos
Data de construção do prédio atual: c. 1929 (já demolido)
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HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara. A ESTAÇÃO: A estação de Frigorífico foi aberta como um posto telegráfico em 1912 e foi transformada em estação em 10/3/1921. Da estação saía um ramal de bitola larga, pertencente ao Frigorífico Anglo, com 4 km divididos em sub-ramais para o transporte de gado e de carne. Este ramal deu o nome para a estação. Os trilhos desses desvios ainda existiam, em fins de 1999, em pequena parte de seu percurso, cobertos pelo mato. No dia das fotos ( 29/ |
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Aqui, o frigorífico, em 1918: a legenda da foto dizia: "Frigorífico de Barretos, com ramal próprio que bifurca no km 323,837". Era a quilometragem da época, ainda começando em Rio Claro, bitola métrica ex-Rioclarense (Foto Filemon Peres). |
/12/1999), somente sobravam a plataforma e as fundações da estação, já tomadas pelo mato. Ao lado, um trator recolhia entulho e tijolos deixados pela provável demolição recente de alguma casa remanescente da antiga vila. Em 2004, a variante construída fora de Barretos, em 2003, eliminando os trilhos da área urbana da cidade, começam pouco depois da estação de Frigorífico, sentido Colombia.
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| 1918 - Em seu prédio original, o ainda posto telegráfico. Foto do Álbum dos 50 anos da Cia. Paulista, Museu de Jundiaí |
1986 - A estação, já abandonada. Foto do relatório da Fepasa, 1986 |
Outra foto da estação em 1986. Relatório Fepasa, 1986 |
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A plataforma e as fundações da estação, hoje, cobertas pelo mato em 29-12-1999. |
A plataforma com as fundações cobertas pelo mato. Bem ao fundo está Barretos. |
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Ferroban (2002-2005)
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BARRETOS-NOVA
Município de Barretos, SP
Variante de Barretos Km SP – 3013
Inauguração: 08.03.2002
Uso atual: abandonada com trilhos
Data de construção do prédio atual: 2002 |
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.
HISTORICO DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.

Estação de Barretos-nova em 03/2005, a que já nasceu abandonada.
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Estação de Barretos-nova, em 03/2005.
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Estação de Barretos-nova, em 03/2005.
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