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 Adriano Moraes
UM POUQUINHO DE NOSSA HISTÓRIA

Localizada na região Norte do Estado de São Paulo, a 420 km da Capital, o Município de Barretos foi um dos primeiros a ser fundado na porção do território paulista delimitada pelos rios Pardo, Turvo e Grande. A ocupação da região começou no início do século XIX, com o deslocamento, a partir de Minas Gerais, dos descendentes dos bandeirantes que, dois séculos antes, haviam partido de São Paulo de Piratininga em busca das minas de Ouro Preto, São João Del Rey, Mariana e tantos outros núcleos urbanos por eles criados.
Os pioneiros desbravadores assentaram-se na região atravessando o rio Pardo a partir da Fazenda Santo Inácio, cuja posse se estendia desde o Morro do Chapéu, atual Morro Agudo, até a barranca do rio. Os Marques e os Barreto se estabeleceram em dois assentamentos, dando início a um primeiro núcleo que passou a servir de pouso e referência de uma vasta região. A Fazenda dos Barreto teve suas primeiras construções situadas onde hoje se encontra o Hospital Psiquiátrico Mariano Dias. No dia 25 de agosto de 1.854, seis anos após a morte de Francisco José Barreto e dois anos após a morte de sua mulher Ana Rosa, atendendo a sua vontade, manifestada oralmente em vida, seus filhos, noras e genros, doaram ao patrimônio do Divino Espírito Santo 62 alqueires da Fazenda Fortaleza. Da mesma forma Simão Antônio Marques, sua esposa e irmãos, doaram também ao patrimônio do Divino Espírito Santo 20 alqueires de terras da Fazenda Monte Alegre. Os dois lotes de terra totalizaram 82 alqueires, que foram doados a fim de que se construísse uma capela e, ao redor, nascesse o povoado. Foi ai que a paróquia providenciou, então, a primeira "planta da cidade", que nascia organizada em quadras e datas abrangendo os 82 alqueires do patrimônio. Mas um acidente natural de grandes proporções, "o fogo de 70", alterou fundamentalmente as condições de ocupação da Região.
Rigoroso, o inverno de 1870provocou uma forte geada que deixou ressequida a vegetação. Ocorreu então um grande incêndio que calcinou a floresta. A chegada da primavera e das chuvas fez surgir uma imensa pastagem natural que, devido a qualidade das terras, estabeleceu condições excepcionais para a engorda de gado. O grande incêndio facilitou a penetração nos campos e a formação de novas fazendas, atraindo novos colonizadores para uma extensa região da qual Barretos tornou-se principal centro comercial. O avanço do café pelas regiões Mogiana e Araraquarense, no início do século XX, atingiu a região, principalmente as áreas hoje ocupadas pelas cidades de Olímpia e Colina.
            Em 1874, com a criação da Paróquia do Divino Espírito, no Arraial “dos Barretos”, foi
também instituída a Freguesia. Espírito Santo de Barretos passou a Município em março de 1885, alterando seu nome para Barretos em 06 de novembro de 1906, conforme Lei nº. 1021.
Durante sua evolução histórica, o grande território foi sofrendo inúmeros desmembramentos, quando seis Distritos sob sua jurisdição foram elevados a Município, ficando o Gentílico como: barretense
Formação administrativa: Freguesia criada com a denominação de Espírito Santo de Barretos,por lei provincial nº. 42, de 16-04-1874, subordinado ao município de Jaboticabal.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Espírito Santo de Barretos, pela lei
provincial nº. 22, de 10-03-1885, desmembrado de Jaboticabal. Sede na vila de Espírito Santo de Barretos. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-01-1890.
A sede municipal recebeu foros de cidade, por força da lei municipal datada de 08-01- 1897.
Pela lei estadual nº. 1021, de 06-11-1906, o distrito de Espírito Santo de Barretos passou a denominar-se Barretos.
Pela lei estadual nº. 1027, de 30-11-1906, é criado o distrito de Laranjeiras e anexado ao município de Barretos.
Pela lei estadual nº. 1035, de 18-12-1906, é criado o distrito de Vila Olímpia e anexado ao município de Barretos .
Pela lei provincial nº. 1139, de 31-10-1908, é criado o distrito de Monte Verde e anexado ao município de Barretos.
Pela lei estadual nº. 1141, de 16-11-1908, é criado o distrito de Itambé e anexado ao município de Barretos.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Barretos é constituído de 5 distritos: Barretos, Itambé, Laranjeiras, Monte Verde e Vila Olímpia.
Pela lei estadual nº. 1404, de 23-12-1913, o distrito de Monte Verde passou a denominar-se Cajobi.
Pela lei estadual nº. 1571, de 07-12-1917, desmembra do município de Barretos os distritos de Olímpia ex-Vila Olímpia e Cajobi ex-Monte Verde. Para formar o novo município de Olímpia.
Pela lei estadual nº. 1572, de 07-12-1917, é criado o distrito de Colina e anexado ao município de Barretos.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município de Barretos é constituído de 4 distritos: Barretos, Colina, Itambé e Laranjeiras.
Pela lei estadual nº. 2096, de 24-12-1925, desmembra do município de Barretos o distrito de Colina. Elevado à categoria de município.
Em divisão administrativa referente ao ano 1933, o município de Barretos é constituído de 3 distritos: Barretos, Itambé e Laranjeiras.
Nas divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município de Barretos é aparece figurando com 4 distritos: Barretos, Fortaleza, Itambé e Laranjeiras.
Pelo decreto estadual nº. 9775, de 30-11-1938, o distrito de Fortaleza é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Barretos. Sob o mesmo decreto é criado o distrito de Frigorífico e anexado ao município de Barretos.
No quadro fixado para vigorar no período 1939-1943, o município é constituído de distrito 4 distritos: Barretos, Frigorífico, Itambé e Laranjeiras.
Pelo decreto-lei estadual nº. 14334, de 30-11-1944, são extintos os distritos de Frigorífico e Laranjeiras, sendo seu territórios anexados ao distrito sede do município de Barretos. Sob o mesmo decreto são criados os distritos de Amoreira e Colômbia, criados com terras do extinto distrito de Laranjeiras e ainda altera a denominação do distrito de Itambé para Ibitu.
No quadro fixado para vigorar no período 1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: Barretos, Ibitu (ex-Itambé), Colômbia e Amoreira.
Pela lei estadual nº. 233, de 24-12-1948, o distrito de Amoreira passou a denominar-se Alberto Moreira.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município de Barretos é constituído de 4 distritos: Barretos, Alberto Moreira ex-Amoreira, Colômbia e Ibitu
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº. 5285, de 18-02-1959, desmembra do município de Barretos o distrito de Colômbia. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos:
Barretos Ibitu e Alberto Moreira.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.
Alteração toponímica municipal Espírito Santo de Barretos para Barretos teve sua denominação alterado, por força da lei estadual no 1021, de 06-11-1906.
Com ocafé chegaram imigrantes europeus e em seguida os árabes, que se integraram ao processo de produção agrícola e ao comércio. Começa nesta época o desenvolvimento dos aspectos urbanos da cidade com a abertura de novas ruas, segundo a planta original. A ferrovia chegou a Barretos em 1909, sendo que em dezembro desse mesmo ano entrava na estação a primeira locomotiva do trem de lastro, redirecionando o crescimento da cidade. Surgiram pelos lados da antiga Fazenda Fortaleza entrepostos, depósitos, máquinas de beneficiamento de cereais e atividades afins. Em 1913 instalou-se a Companhia Frigorífica Anglo Pastoril, que construiu a vila operária e as instalações industriais junto a um ramal ferroviário, às margens do ribeirão Pitangueiras. Em 1924 a empresa passou a denominar-se Sociedade Anônima Frigorífico Anglo e a ser controlada por ingleses, que ampliaram as instalações e introduziram novas técnicas. A construção da vila residencial para os administradores ingleses e funcionários graduados influenciou a paisagem urbana da cidade, com o surgimento das "bungalows", nas décadas de 20 e 30. Além do fogo em 1870, Barretos experimentou outros surtos de progresso que marcaram sua evolução econômica, a Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918), a Guerra Abissínia (1935) e a Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945) proporcionaram forte incremento nas exportações de carne e enlatados, fazendo com que a pecuária de corte se afirmasse sobre outras atividades econômicas. Nas décadas de 40 e 50 a cidade experimentou um surto de progresso, ampliando serviços públicos como pavimentação, infra-estrutura de saneamento, energia elétrica e telefonia. No final da década de 50 a rodovia que liga a cidade de São Paulo foi pavimentada, estabelecendo definitivamente o acesso fácil a capital.
O personagem "boiadeiro" sempre teve um papel importante no transporte de gado  de uma região para outra, assim como na entrega de "bois gordos" aos frigoríficos da região e Festa do Peão de Boiadeiro.  O Aniversário de BARRETOS é comemorado em 25 de Agosto.

 O Museu de Barretos
           O 1º. Museu de Barretos foi fundado em 1961, pelo ilustre diretor Prof. Raul Alves Ferreira e professores Lydia Scannavino Scorteci, Guadalupe Pozo de Menezes, Radige Alahmar e Chamissi Zauith no Colégio Estadual e Normal "Mário Vieira Marcondes". Seu acervo foi doado ao município para constituição do Museu Histórico, Artístico e Folclórico "Ruy Menezes", inaugurado em 1979

O Prédio do Museu

1 Este Centenário é uma linda obra de engenharia dos primeiros anos do século XX, construído para   ser  Paço Municipal ( Prefeitura).O edital de licitação da obra foi publicado no   dia  29  de  abril  de  1906,  no  jornal    "O SERTANEJO".
O prefeito na época era o Dr. Antônio Olympio Rodrigues Vieira.
A pedra fundamental do prédio foi lançada no dia 02 de setembro de 1906.
Ficou conhecido como "Palácio das Águias" por ter em seu frontispício 02 exemplares desta ave.

Nele já funcionaram diversos órgãos públicos e desde 1979 funciona como Museu.

O Patrono - Ruy Menezes
Nascido aos 10 dias de março de 1910. Foi casado com Gilda Ponzo de Menezes. Teve seis filhos: Guadalupe, Roseane, Ruy Filho, Sulamita, Solange e Gilda Rosa.
Jornalista; trabalhou na imprensa de Barretos por 51 anos, fundou os jornais "CORREIO DE BARRETOS" e "DIÁRIO DE BARRETOS".
Escritor; publicou em parceria com José Tedesco, o "Álbum do Centenário de Barretos";

Nosso Museu autor do livro "O Espiral – História do Desenvolvimento Cultural de Barretos".
Político; exerceu a vereança por 23 anos, era chamado pelos companheiros de "Mestre dos Mestres".Participou da Revolução de 32.
Fundador da Academia Barretense de Cultura e Associação Paulista dos Municípios.
Exerceu inúmeros cargos públicos, entre eles: Presidente da Fundação Educacional de Barretos e Presidente do Tiro de Guerra nº. 512 em 1945.Destacou-se nacionalmente como Conferencista da Ordem Maçônica "Fraternidade Paulista".
Austeridade, dignidade e dedicação pautaram sua vida pública.
Em seu último artigo publicado no Jornal "O Diário", inspirado em Sócrates, escreveu: "Só sei que nada sei". Faleceu aos 82 anos, em 04 de janeiro de 1993.

Localização:
Barretos é uma cidade que tem sua área territorial total de 1564 Km2 e está situada
geograficamente da seguinte maneira na região norte do Estado de São Paulo com a Latitude do distrito sede do município de: -20,55722° e a
Longitude do distrito sede do município de: -48,56778° e aAltitude é de: 530 m em relação ao nível do mar.
11
Nossa cidade tem como Prefeito Eleito 2005/2008, o
Sr. Doutor: Emanoel Mariano Carvalho – PPS, que exercia a profissão de médico pediatra.
Telefone: 17 3321 1133 e E-mail: [email protected]

A Estimativa Populacional de Barretos feita por pesquisa do IBGEcontabilizou o número de 110.195 habitantes no ano de 2006.
A Participação FUNDEF no ano de2006 foi de: R$ 13.836.875,61 e a do Fundo de Participação do Municípios FPM-2006 ficou em: R$ 13.472.079,01
Comparando com os números de anos anteriores podemos ver o gradativo crescimento Populacional da nossa cidade, como mostra a Estimativa feita pelo IBGE-2005 que mostrou Barretos com  109.238 habitantes.
Participação no FUNDEF-2005: R$ 12.123.088,30
Fundo de Participação dos Municípios FPM-2005: R$ 12.229.667,86
Já no ano de 2004 a Estimativa Populacional IBGE era de: 108.273 hab.
A Participação FUNDEF-2004 ficou em: R$ 10.518.553,35 e o;
Fundo de Participação Municípios FPM-2004: R$ 9.865.720,26

Também no ano de 2004 contávamos com:
Estabelecimentos de ensino pré-escolar: 31
Estabelecimentos de ensino fundamental: 49
Estabelecimentos de ensino médio: 15
Hospitais: 04
Agências bancárias: 10
Fonte: IBGE

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